Conto de Zoofilia; Na Fazenda com a égua

Nasci e cresci em uma fazenda. Essa frase, normalmente, significaria que tive o começo da vida sexual ruim. Mas longe disso… Vou contar como tudo aconteceu:

Tinha lá pelos meus 15 anos. Como todo garoto nessa idade, a única coisa que eu pensava era em TREPAR! Pensava nisso de manhã, de tarde e de noite… Mal podia esperar o dia em que eu fodesse pela primeira vez uma xota, ou mesmo um cuzinho. Batia umas quatro ou cinco punhetas por dia, só vendo as atrizes da TV, mesmo com toda aquela roupa, na novela das seis. Essa vontade estava ficando incontrolável. Até cheguei a espiar a cozinheira da fazenda tomando banho, apenas para poder dar uma olhada em seu rabo, em sua bucetinha. E o pior era que, a cada dia, esse desejo de “meter” aumentava sem parar.

Resolvi então, como é de hábito em cidades pequenas, me confessar na igreja. Esperei até o domingo daquela semana com paciência, levado pela minha ingenuidade de adolescente, imaginando que haveria alguma coisa que o padre pudesse me falar que “exorcizasse” aquele “demônio” chamado TESÃO…

E o que o padre disse realmente mudou minha vida. Não porque me tornei “crente”, mas pelo seu “conselho” que me abriu a “novas experiências”…

Minha confissão foi mais ou menos assim:

– Padre, bla-bla-bla… (Expliquei-lhe o desejo que tanto me castigava e lhe disse que eu estava “brincando comigo mesmo”)

– Quer dizer, meu filho, que você tem usado seu corpo de forma “luxuriosa” ?

– Sim, padre.

– Apenas sozinho, ou tem usado de “outros seres” ?

O que mais falamos não importa muito, e sinceramente, nem me lembro. Só sei que, logo no momento em que ouvi essa frase, me senti realmente “aconselhado” pelo vigário. Como não tinha pensado nisso antes!? Eu até já tinha visto esses “outros seres”, ou seja, as éguas, as cadelas, as mulas treparem… Mas, na minha “inocência de virgem”, e ainda mais sendo um “jeca” sem muito contato com a “civilização”, nunca tinha tido essa “idéia”, de meter nos animais da fazenda. Era como se meu mundo todo mudasse! Ao invés de me sentir um “caipira solitário”, como eu me sentia antes, agora eu me sentia como se tivesse um “harém” todo a minha disposição… Pensei nas porcas, nas vaquinhas, e nas éguas e me deliciei… Tinha “feito minha cabeça”: Era logo que eu iria me descabaçar!

Escolhi, entre todas as minhas “pretendentes”, uma para “me iniciar”. A “sortuda” foi a Leila. Leila era a égua mais bonita da fazenda. Tinha um pêlo lisinho e extremamente sedoso. Era sempre bem tratada e bem alimentada, pois era a única égua de corrida que havia na fazenda – levada ao jockey club, para competir, toda semana. E isso era o que me dava ainda mais “tesão” pela “Leilinha”. Por ser uma égua de corrida, ela não podia ser emprenhada, e por isso ainda era virgenzinha…

Esperei até chegar o cio da minha “gostosinha” (Queria que a Leilinha também aproveitasse nossa primeira vez…) e quando esse dia finalmente chegou eu estava pronto. Me fechei no estábulo, a noite, com os cavalos. Sabia que teria bastante tempo porque os “matutos” sempre dormem cedo. Minha mente estava livre de quaisquer preocupações. Minha “inauguração” tinha tudo para ser perfeita!

Dei um banho na Leilinha para que ficasse limpinha. Depois de secá-la e amarrar suas patas, com as cordas que o veterinário usava para tratá-la, comecei a acariciá-la gentilmente, porque afinal de contas, ela também era uma “cabacinha”… Passei minhas mãos por todo o seu pêlo até finalmente chegar em sua bucetinha, onde mais “brinquei”. Apesar de ser uma cavala, literalmente, mesmo assim a xaninha da Leila era uma “delícia”. Tinha “lábios” grossos e carnudos e, conforme eu ía lhe “masturbando”, sua grutinha ía “pulsando”, cada vez mais rápido, se abrindo e fechando…

Mas eu tinha arranjado um “rival”! Hector, um garanhão trancado a poucos metros dali, estava relinchando feito um “cão raivoso”, e quase se jogando por sobre seu cercado, por ver Leila “louquinha para dar” e por sentir aquele cheiro de xana no ar. Com Hector “tarado” assim, pude ver que Leila começava a se excitar mais ainda, e agora sua xoxota chegava a pingar um líquido no chão, de tão lubrificada.

Trouxe o Hector para a baia ao lado da “nossa”, para nos fazer companhia e deixar a Leila mais “a fim de dar” ainda, nos seus 7 aninhos de secura. Lógico que deixei Hector junto com outra égua, a Vitória, ou ele iria simplesmente arrebentar a cerca de imbuia para meter na “minha menininha”…

E o outro “casal” não se envergonhou nem um pouco com nossa presença. Três minutinhos depois de colocar Hector e Vitória na mesma baia, o garanhão já estava montado nela, “carcando” sem parar, seu monnnnnnsstro de vara, na xoxota dela.

Aquilo deu mais tesão ainda na Leila, que ficou com a respiração muito ofegante e a buça completamente inundada, e deu também muito mais tesão em mim, ao lado de um, literalmente, “sexo animal” daqueles.

Não me deixei intimidar pela vara de Hector, que era pelo menos seis vezes maior que a minha, e meti na “Leilinha” assim mesmo.

Como era deliciosa a xota da minha éguinha! Para quem não sabe, a temperatura do corpo dos cavalos é de 41 graus, ao invés dos nossos 37. Aquilo sim era uma buceta QUENTE! A cada estocada eu, meses antes, desanimado, me sentia mais “vibrante” e “macho”! Não sei se foi impressão minha ou não, mas sentia que a Leila parecia dar passos para frente e para trás, enquanto eu a possuía, como que, instintivamente, querendo toda a minha rola dentro dela. E sua cauda ainda chacoalhava pelo ar, como uma pluma, roçando em meu peito e me dando mais prazer ainda…

Fomos interrompidos por um relinchar muito alto de Hector, que nessa hora gozava em Vitória. E como esporreava aquele garanhão! Litros e litros vazavam da buceta da “Vi” e ainda assim sobrou porra suficiente no pau daquele “tarado” para espirrar em mim e na Leila…

Logo, inspirado por essa cena, gozei também. Ainda me lembro de ter puxado com bastante força minha égua, pela anca, para poder “entrar” o máximo que podia nela, em minhas “bombadas” finais.

Eu tinha me realizado. Finalmente tinha me tornado “um homem”. Ou melhor, “um garanhão”. Leila, reparei, também tinha se tornado “uma mulher”. Como o himem das garotas, o himem das éguas também é bem próximo da entrada da grutinha, e por isso, mesmo com minha “varinha mágica” consegui deixá-la com a bucetinha sangrando, provando que eu a havia “desvirginado”.

Ainda tive mais dois prazeres “únicos” nesta noite:

Com tanto “tesão” que eu tinha, armazenado por anos, ainda “comi” o cuzinho gostoso da Leila, que nas éguas, fica logo acima da xotinha e é mais apertado ainda. Prazer que o Hector nunca terá, com sua pica descomunal, pois não acho que nenhuma égua conseguiria ser enrabada por aquele mastro gigantesco.

E para terminar a noite, fiz a minha “namoradinha” gozar também, enfiando meu braço todo, até o ombro, em sua xavasca apertadinha, enquanto me masturbava. Sou um privilegiado mesmo. Poucos homens estiveram tão “dentro” de uma fêmea como eu estive quando fiz minha éguinha gemer de prazer…

 

Fonte: Casa dos Contos.