Conto de Zoofilia; Seduzida pelo pastor

Inicialmente, sem me delongar em descrições inúteis, gostaria de dizer apenas que sou uma mulher bonita. A narração começa quando me sentia muito estressada com o dia-a-dia, os afazeres, as responsabilidades. Numa sexta-feira, depois de sair do tribunal, às 14h00, resolvi que ia relaxar e somente me religar ao mundo na segunda-feira. Peguei o meu carro e fui até um sítio, que tem alguns lagos e rios nele. Foi o começo de uma deliciosa experiência que me marcou, principalmente minha vida sexual. No sítio, tem muitos animais e alguns cães, que guardam a propriedade, alguns cavalos, bois e outros bichos da fauna local, pois estamos na Amazônia, é muito isolado, além dos bichos, só fica o caseiro, sua mulher e seus filhos adolescentes. Passou-se o resto de sexta-feira e o sábado. Nestes dias fiquei tomando banho de sol totalmente nua à beira de um lago, pois pedi privacidade para relaxar, o que fui bem atendida. No domingo, por volta de 16h00, percebi que no lago estavam alguns bichos. Pensei que só estavam ali por causa de ninguém me incomodar. Repentinamente chega até mim um cão pastor e fica por ali. Quando estava lendo um livro, notei que o animal estava prestando bastante atenção em mim. Chamei-o e fiz-lhe um carinho e, depois, resolvi brincar com ele massageando o seu pênis. Parei e continuei a leitura. O cão começou a querer penetrar minha perna que pendia fora da cadeira de praia. De um instante para outro, subiu-me um calor, uma sensação, não sei o que, mas sabia que tinha que ser a fêmea daquele macho. Como já estava nua, abri as pernas e ele veio direto ao meu sexo e lambeu, lambia tão gostoso que me levou às alturas. Súbito, já não mais sabia o que fazia, estava totalmente entregue ao animal e aos meus instintos. Como que estivesse sendo ordenada fiquei de quatro e ele veio… Ao sentir que ele montava sobre minhas costas foi o máximo, quase tive um orgasmo só pela sensação. Ele movimentava e sentia o seu membro bater mas não entrava. De repente, como se me quisesse maltratar, ele enfiou tudo em minha vagina! Dei um grito tão enorme quanto o prazer que senti. Foi uns dez minutos de estocadas, que me deixaram mole. Percebi que havia algo grande dentro de mim, aquela bola que cresce no pênis de meu amante, e ficamos grudados por um tempo. Depois, não aguentei e deitei-me sobre uma toalha estendida sobre a grama sentido os sumos de meu amante escorrerem de dentro de mim. Não sei quanto tempo se passou, mas foi rápido, e senti novamente ele empurrando seu focinho atrás de mim, sabia que ele me queria ainda mais, empurrava-me com força: atendi! Fiquei novamente na minha posição submissa e ele rapidamente veio e me montou, só que dessa vez ele já tinha aprendido o caminho, mas não sem me surpreender: em uma só forte e maravilhosa estocada, penetrou meu ânus, que até aquele instante nunca fôra de niguém! Não sei explicar a sensação, mas foi ainda mais maravilhosa que a outra. Aquele cão estava adestrando sua dona maravilhosamente. Sentia entrar e sair, às vezes, mais rápido, às vezes, bem lento – ele sabe satisfazer uma mulher bem melhor que muitos homens -. Sentia o membor do meu amante crescer cada vez mais, até quase não mais o suportar dentro de mim. Perdi a noção do tempo, o quanto fui usada, mas foi a melhor coisa que me podia ter acontecido naquela semana atribulada. Voltei, quando já estava anoitecendo mais do que satisfeita. Ainda fui mais uma vez usada em meu quarto, antes de voltar para a cidade.

Fonte: Casa dos Contos.