Conto de Zoofilia; Trepei com meu cão

Eu tenho um cão pastor, adulto, muito bonito e saudável. Aconselharam-me ter um cachorro, por que eu era uma mulher solitária morando na cidade grande. Morar na capital era muito ruim, e viviam me falando de ladrões e estupradores que se aproveitavam de mulheres assim como eu, bonita e com 22 anos.

Comprei o cão e logo fiquei muito íntima dele. O criara desde pequeno, dava banho dentro de casa, acariciava e mimava, e ele se tornou um ótimo companheiro.

Um dia, assistindo a um filme pornô, e me masturbando freneticamente em frente à televisão, quando meu cachorro entrou. Neste momento gozei, e como sempre, babei muito suco no tapete.

Meu cão foi diretamente pra o meu suco, e lambeu, e tão logo fez isso, seu membro despontou pra fora da pele. Farejou o ar e tão logo farejou minha buceta. Sua língua caiu em cima da minha virilha e começou a lamber o restante do meu suco que faltava. Maravilhei-me com aquela língua quente, seu pau vermelho pulsante e logo gozei em seguida, e ele tornou a lamber.

Tombei no sofá e nem se importava mais com o filme pornô que passava, abri ao máximo minhas pernas, deixando minha xoxota tão escancarada, que passaria um pepino nela (alias, às vezes passava).

Meu cão entendeu a idéia, e subiu em mim. Com a perna escancarada, suas patas tocaram meu abdome, me arranhando toda. Seu pau afundou na minha xoxota e ele começou um movimento rápido, tão rápido que ardia. Foi fundo, um pênis duro e grande, e quando vi o nó havia se enganchado em mim. A dor era imensa. Mesmo acostumada com um pepino (pequeno, não exagerem), o nó me detonou de vez. Algo foi rasgado na minha vagina. Um filete de sangue escorreu. Meu cachorro ganiu e acelerou os movimentos. Comecei a chorar. A dor aumentou. O nó inchou mais. Um músculo vaginal se distendeu. Comecei a sentir prazer.Sexo. Fiquei presa.. A dor começou a ficar insuportável

De repente, a dor na minha buceta começou a ficar enorme, e comecei a gritar por ajuda, pra ver se alguém me separava daquele nó. Meu cão já havia gozado muitas vezes, e sentia um caldo borbulhando no útero de tanta porra que havia lá. A dor… então desmaiei.

Acordei um tempo depois, nua, jogada ao chão. Meu cachorrinho jazia ao meu lado, dormindo. Escorrendo pelas minhas pernas havia sangue seco e esperma. Havia muito esperma, muito mesmo. Não sei o que aconteceu. Acho que meu cão continuou a me foder até cansar e desistir. Minha buceta estava aberta, o sangue que escorreu deve ser de algum músculo rompido. Não conseguia me por em pé, tudo por dentro doía. Chorei, chorei muito. Arrastei-me até a caixa de remédios pra tomar um analgésico.

A dor continuou por uns três ou quatro dias. Não conseguia sentar direito, e sentia ardor na urina. Consultei um médico, com a desculpa que sofri um estupro. Ele disse que fui muito judiada, mas o pior já havia passado. Me receitou uns remédios, e pediu abstinência de atividade sexual por um tempo.

Segui a risca essas recomendações, mas não resistia a uma siririca de vez em quando. Meu cão, vinha e lambia meu suco que escorria abundante sempre que eu me masturbava.

Não resisti: em pouco tempo eu e meu cão estávamos transando novamente – e desta vez, eu agüento o nó dele facilmente…

By Val

Fonte; Casa dos Contos