Conto Erótico De Mulheres Lésbicas Amadoras Gostosas Curtindo Uma Tarde De Sexo

Conto Erótico De Mulheres Lésbicas Amadoras Gostosas Curtindo Uma Tarde De Sexo

17 de setembro de 2020 Off Por zoofiliabestyalit

Conto Erótico Lésbico

Nesse conto erótico de mulheres lésbicas amadoras gostosas que curtem uma tarde de sexo amador e relatam tudo no conto porno aqui no site, confiram.

Olá amigos do site ” Fotos De Amadoras ” irei contar algo que aconteceu comigo tornando assim esse conto real. Eu e uma amiga fomos visitar um amigo que havia sofrido um acidente de moto. Chegamos na casa dele, conversamos um pouco, e como já estava com visitas, não demoramos e logo fomos dar uma caminhada no parque, como havíamos combinado. Corremos um pouco, e para repor as energias, uma água, seguida de uma água de coco. Ameaçou chover, coisas de final de tarde aqui na região, resolvemos nos recolher, passamos no mercado, compramos algumas coisas para improvisar um café da tarde, e fomos para a casa dela. Assuntos diversos o tempo todo, algumas indiretas e diretas, alguns olhares, já comuns entre nós. Entrei na casa dela, pedi licença, ela riu, dizendo que eu já era de casa. Falei sorrindo, “quer dizer que ate já posso abrir a geladeira sem pedir?”. Em meio a gargalhadas, ela foi ajeitando as coisas na cozinha e dizendo “você já pode muitas coisas…”. Emendei, “já posso escolher o canal da TV e invadir o quarto principal? agora?”. Ela simplesmente respondeu “pode”, perguntei, “pode o que? a TV ou o quarto?” Recebi como resposta, “os dois!”, e finalizei, “quero o quarto, vamos lá?” e fui puxando-a pela mão… Saímos da cozinha, puxei seu braço contra o meu corpo, nos abraçando, virei, e demos um beijo suave, mas demorado. Ela foi tirando minha jaqueta e tirou a sua em seguida, colocou as duas em cima do sofá enquanto eu caminhava até o quarto. Ela me perguntou, “a sua bolsa…?!”. Eu paralisei, perdi o ar, virei pra ela, sorri e disse “pode deixar aí, saí de casa na pressa e… deixa ela aí!”. Ela sorriu de volta, vendo minha cara de sem graça, e continuou: “bom, você me deu coragem para comprar algo que eu sempre quis…”. Corei ainda mais na hora, mas abri um enorme sorriso, e a beijei, em meio a pedidos para me mostrar sua compra… Ela pegou no armário, tirei de sua mão, coloquei ao lado da cama, louca de tesão e voltei a beijar sua boca, cheia de desejo.

Fomos tirando nossos tênis, enquanto o beijo continuava e as mãos corriam pelo corpo, tirando nossas blusas. Nos aproximamos da cama, de pé, desci a boca para seu pescoço, passando pelos seus ombros, joguei seu cabelo de lado e continuei com os beijos, enquanto as mãos percorriam sua cintura, chegando até sua leggin, ameaçando tirá-la. A segurei pelo quadril, e a virei de costas para mim, continuei com os beijos, agora no ombro, de seu lado esquerdo. Abri um pouco suas pernas colocando uma das minhas entre elas, e fui fazendo com que seu corpo caísse na cama. Ela ficou apoiada nos cotovelos, aproveitei, e fui por cima dela, beijando parte de suas costas, e tirando sua calça, ela levantou o quadril para facilitar, puxei mais seu quadril, e ajeitei suas pernas, fazendo com que ela ficasse quase de quatro. Desci as mãos por baixo dela, acariciando sua barriga, beijando seu quadril e tirando sua leggin bem devagar, enquanto beijava sua bunda e coxas. Tirei de uma vez sua calça, me ajoelhei por trás dela, passei meus braços pelas suas coxas, quase que a abraçando, e continuei a beijar sua bunda e seu quadril. Senti sua pele arrepiar, enquanto minhas mãos e minha boca a acariciava. Ela jogou o corpo na cama, se virando de frente pra mim, me puxando para beijar sua boca, e me convidando para um banho. Topei. Nos levantamos, ela pegou as toalhas no armário, enquanto eu tirava minha calça. Peguei de cima da cama sua “nova aquisição” e perguntei, “é a prova d` água? já testou?”. Ela riu, “é a prova d` água, mas ainda não testei!”. Tirei de dentro da embalagem e observei, uns 13cm, modelo de vibra tradicional, fino, parecia ter mais de uma velocidade, mais tarde descobri, três.

Fomos até o banheiro, no corredor. Jogou as toalhas sob o box e ligou o chuveiro, ajustando a temperatura, “água morna, por favor!”, eu pedi sorrindo. Ela se voltou para mim, me abraçando e me beijando. Tiramos nossos tops, e ela tirou minha calcinha, me empurrando contra a bancada na pia, abriu um pouco minhas pernas, ajeitei meu quadril, meio que sentando na beirada do balcão, com os braços apoiados para trás. Passou sua língua pela minha orelha, e foi descendo para o meu pescoço, me deixando ofegante, ainda antes de escorregar seus dedos entre minhas pernas. Me tirou um gemido, seguido de um suspiro dela, eu já estava encharcada. Joguei minha cabeça para trás e ela continuou com os beijos pelo meu pescoço. Enquanto uma de suas mãos provocava meu clitóris, a outra passeava pelas minhas costas, puxando meu corpo contra o dela. Quase sem ar, fechei minhas pernas, apertando sua mão entre elas, gemendo, e me levantei. De frente para ela, fui beijando sua boca, descendo rapidamente até seu pescoço, colo, chegando em seus seios, mordisquei um de seus mamilos, acariciei o outro com os dedos, e a boca foi até sua barriga, brincando com seu umbigo enquanto tirava sua calcinha. Fui com a língua até seu ventre e desci ainda mais, até entre suas pernas, com os braços em suas costas, fiz com que se arcasse um pouco para trás, e enfiei a língua entre suas pernas, sentindo sua umidade, e ouvindo um gemido. Subi novamente ate sua boca, e fomos para debaixo d’água.

Um beijo longo, calmo, mas cheio de desejo. Nossas mãos percorriam nossos corpos, que estavam colados. Me apoiei um pouco na parede, e a puxei quase para fora do chuveiro, deixando a água cair em suas costas enquanto beijava e acariciava seus seios. Ela esticou os braços, apoiando as mãos na parede, fiquei entre eles, enquanto beijava seu corpo. Dei leves mordidas em seus seios, e passei com as línguas em seus mamilos, puxando-os com os lábios cerrados. Passei com a língua por baixo deles, fazendo seus contornos, e repetindo os movimentos. Seus suspiros ficaram frequentes, assim como seu corpo inquieto. Desci a boca pela sua barriga, beijando cada parte, e acariciando suas costas com as mãos, cheguei com a boca em seu ventre, sentindo sua respiração ofegante, puxei seu corpo mais contra o meu, agarrando sua bunda, e fui com a língua entre suas pernas, afastando-as um pouco. Ela relaxou o corpo enquanto escorria na minha boca. Fiz movimentos devagar com a língua, provocando seu clitóris enquanto meus dedos a invadiam, abraçando suas coxas por trás. Um dedo entrou facilmente, tirando um gemido forte dela, enquanto rebolou devagar para se encaixar. Seu gosto e seu rebolado me tiraram do sério, coloquei mais um dedo dentro dela, repetindo o gemido e o movimento com o quadril. Manteve o apoio na parede só com um dos braços, e desceu com o outro para acariciar e puxar meu cabelo contra seu corpo, pedindo mais. Acelerei os movimentos com a língua, fazendo mais pressão, e intensifiquei as estocadas, não tirando os dedos, movimentando-os dentro dela. Ouvi seus gemidos aumentarem, seu corpo estremecer, e seu mel escorrer na minha boca. Sua respiração ficou ainda mais ofegante e senti seu corpo amolecer. Fui cessando os movimentos, devagar, até tirar os dedos de dentro dela, mais um vez, recebi uma “ajudinha” de seu quadril rebolando, e me levantei, enquanto a empurrava para debaixo d` água junto comigo. Nos abraçamos enquanto eu acariciava seu cabelo e beijava seu pescoço com os lábios.

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Ela sorriu pra mim enquanto dizia “acho que preciso de um banho, gelado!” A Abracei mais forte contra meu corpo, olhei em seus olhos e falei, “ainda não…”. Abri o box, e peguei o novo amigo, ela ficou meio sem jeito, e riu. Voltei a abraçá-la, liguei, senti sua velocidade, e comecei a passar o vibra pelas suas costas. Ela riu, e senti seu corpo arrepiar, passou a beijar meus ombros, aumentei a velocidade, ela teve um arrepio assim que desci pelas suas costas e passei na sua bunda, entre suas nádegas, mordeu meu ombro, me tirando um suspiro, e sentindo meu corpo escorrer e amolecer. Me mantive firme, e escorreguei com ele para entre suas pernas, querendo quase penetrá-la, mas só provocando por enquanto. Seu corpo voltou a estremecer e a se movimentar conforme o ritmo das minhas mãos, querendo mais. Falei baixinho em seu ouvido “vem cá, se apoia como você estava antes.” Beijei seu rosto, nos aproximamos da parede e fui por trás dela, enquanto se apoiava na parede com os antebraços. Voltei a beijar suas costas, enquanto uma das mãos acariciava seus seios e a outra encontrava o meio de suas pernas, e voltava a provocá-la com o vibra. Ela rebolava, pedindo para ser penetrada, enquanto suspirava tencionada. Colei minhas pernas nas suas, para abrí-las, trazendo o vibra novamente para suas costas, ajeitando seu quadril, e a penetrando por trás, devagar, mas entrando de uma vez, já estava encharcada, senti a facilidade com que seu corpo o recebeu, e seu delicioso gemido. Fiz movimentos de entra e sai, acompanhando seu rebolado, e acariciava seus seios com a mão livre, meus lábios percorriam seus ombros. Senti seu corpo começar a estremecer, a ficar inquieto, peguei sua mão de apoio na parede, e desci junto da minha entre suas pernas, ela cessou a respiração. Entrelacei nossos dedos e comecei a acariciar seu clitóris, enquanto entrava e saia de dentro dela, movimentos rápidos, arrancando mais gemidos, e parando, fazendo bem devagar, quase saindo todo de dentro, e logo, invadindo mais uma vez. Percebi que ela estava bem à vontade, e tirei minha mão, deixando só a dela se tocando, ajeitei seu cabelo de lado, e coloquei a mão em seu rosto, virando contra o meu e dando um beijo, enquanto meus dedos melados seguravam seu rosto, próximo aos nossos lábios. Ela entendeu o recado, e logo chupou meu dedo, puxando-o de uma vez para dentro de sua boca, me tirando um gemido e me deixando sem ar. Comecei a brincar com os dedos em seus lábios enquanto acelerava os movimentos dentro dela. Não demorou e ela gozou novamente, estremecendo seu corpo, e se contraindo, gemeu, e cerrou os dentes, mordendo meu dedo que estava em seus lábios, abafando um gemido mais alto. Desliguei o vibra, e tirei devagar de dentro dela. Ela só disse, com uma voz cansada, “preciso deitar!”. Se virou contra mim, enquanto escorria a água do cabelo e me deu um beijo. Pegou a toalha e foi saindo, fiz o mesmo.

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Ela se jogou na cama, sentei ao seu lado, e perguntei se queria algo da cozinha, eu precisava de pelo menos água Ela aceitou o mesmo. Fui até a cozinha, e voltei com dois copos, além das roupas que estavam no banheiro. Ela já estava sentada na cama, acho que um pouco recuperada. Entreguei sua água e me sentei ao seu lado. Ela me olhou, em meio aos goles de água, e falou “eu quero o mesmo, tem problema?” Quase engasguei, mas me contive, sorri, tentando disfarçar a quase surpresa, achei que já estava indo embora, e respondi sorrindo “claro que não!” Segurei seu rosto e demos um selinho. Acabamos com a água, ela pegou os copos e colocou no criado-mudo, dizendo “já que não tem problema, eu quero igual. vem cá!”. Me fez arregalar os olhos e puxar o ar, não conseguindo soltá-lo. Ela soltou as nossas toalhas e veio por cima de mim, beijando minha boca, e correndo ate os seios com a boca ávida. Arqueei meu corpo pra trás, e abri as pernas para ela se ajeitar seu corpo. Seguiu meus passos, e repetiu os mesmos movimentos que fiz em seus seios, me arrancando suspiros e gemidos. Deixou meu corpo completamente inquieto debaixo do dela. Minhas mãos agarravam o lençol, ela percebendo a inquietude, desceu a língua para minha barriga, parando em meu umbigo, e me olhando, nossos olhares se encontraram, não tirava o olho de seus movimentos. Voltou a abaixar a cabeça e desceu entre minhas pernas. Afastou elas ainda mais com as duas mãos, passou a língua pelas coxas, e encostou os lábios em meu clitóris, meu corpo vibrou, estremeceu, e gemi, de alivio, relaxando o corpo. Percorreu devagar, com a língua, meus grandes lábios, e clitóris, querendo me invadir, e me fazer escorrer ainda mais, conseguiu! Me provocou mais um pouco entre as pernas, com as mãos afastando minhas pernas, e subiu, até alcançar minha boca. Me falou baixinho no ouvido, “vira!”

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Atendi seu pedido, e me virei de costas na cama. Ela pegou o vibra, e percorreu minhas costas com ele, fazendo meu quadril rebolar. Fiquei de quatro, e fui me aproximando devagar da parede, apoiando os braços, e erguendo o tronco, ” é assim que você quer?” perguntei. Ela não respondeu, senti sua respiração ofegante novamente, e seu corpo se aproximar do meu. Me abraçou em volto da cintura, puxando meu quadril de encontro ao seu corpo, colando toda em mim, sentindo seu calor e sua respiração perto do meu ouvido. Pegou novamente o vibra, me penetrando por trás, bem devagar, empinei meu quadril, e desci uma das mãos, dando uma ajeitada. Gemi, quando entrou, e voltei a me apoiar na parede, sua mão estava junto da minha. Segurei ela, e desci, entre minhas pernas. Me tocava, em meio aos seus dedos. Ela se movimentava lentamente dentro de mim, eu empurrava meu quadril contra seu corpo, e ela foi percebendo meu ritmo, devagar, mas fundo. Peguei sua mão, junto da minha, e trouxe até minha boca, chupando, lambendo, mordendo seus dedos, um a um. Ouvi um “ai…” sair da sua boca, que estava colada em meus ombros, e seus olhos curiosos me fitavam. Soltei sua mão, que ficou passeando pelos meus lábios, enquanto a minha desceu para meu clitóris, não queria mais segurar. Meu rebolado acelerou, assim como o ritmo da minha mão. Ela tirou os dedos da minha boca e voltou a se apoiar na parede, enquanto me penetrava mais rápido. Meu corpo estremeceu, não segurei mais os gemidos, e gozei, perdendo o ar, apoiando a cabeça na parede, deixando o corpo relaxar junto do dela.

Ela desligou o vibra, tirou devagar de dentro de mim, e se posicionou do meu lado. Fiquei parada, recuperando o fôlego, até me deitar, largando meu corpo na cama, ao seu lado. Fiquei deitada virada pra cima, e ela de lado, colocou seu braço em meu ventre, me acariciando. Sorri, olhei para ela, e demos um selinho. Ficamos mais um pouco deitadas, e sugeri comer alguma coisa, “ótima ideia” ela disse correndo para colocar uma roupa e se dirigindo até a cozinha. Peguei minhas roupas, e a segui.

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