Contos de zoofilia; Amante Canino

Olá! Eu me chamo Jaqueline, tenho 21 anos de idade, tenho cabelos loiros, olhos verdes, 1,69 metros de altura, e peso 52 quilos. Meu relato é um pouco longo, mas como todo bom relato, tem que ser longo o suficiente para que o leitor possa imaginar todos os detalhes e para que eu possa incentivar a outras mulheres a conhecer as dicas e seguir o exemplo.

Eu sou casada há 5 anos e nossa vida sexual já estava monótona demais. Sempre transávamos nos mesmos lugares, nas mesmas horas, mesmas posições e eu me considerava a principal culpada de tudo isso, pois sempre repelia as propostas que ele me fazia, como sexo anal e outras coisas. Assim, decidi, para salvar meu casamento, “apimentar” mais nossa vida sexual. Fiz uma pesquisa pela internet e descobri e me encantei com os contos eróticos. Eles me deixaram mais excitada e criativa. Comecei a por em prática muitos idéias como sexo no carro, anal (esse, no entanto, não tolero mais, por ser muito dolorido). Porém, o que mais me fascinava era o oral, mas meu marido só gostava se eu chupasse seu pênis. Não retribuía, alegando sentir nojo de minha vagina. Por isso nossa vida sexual ainda não estava plenamente satisfatória, pois eu não tirava da cabeça a idéia de ser chupada.

Eu nunca foi muito apegada a animais domésticos, mas como morávamos em uma casa o meu marido queria ter um cão e eu permiti que comprasse um. Agora é que surge a personagem principal desse relato. Meu marido comprou um pastor alemão com um ano de idade que batizamos de Sultão. Ele já havia sido adestrado, por isso podia circular sem perigo por toda nossa casa. Meu marido é que mais se envolvia com o cão para passear, alimentá-lo, brincar com ele. O meu envolvimento de Sultão começou numa manhã em que dormia e acordei toda arrepiada com o focinho úmido do Sultão entre minhas pernas. Eu havia lido sobre zoofilia, mas acreditava que era coisa de loucos. Mas aquela sensação gostosa mexeu com minha cabeça. Não custava nada me informar sobre o assunto, então comecei a ler os contos de zoofilia e fiquei mais decidida a pensar seriamente nisso. Li tudo a respeito e confesso que pensei em desistir, pois havia o problema do nó do cão, o risco de várias doenças vaginais, ainda mais porque aos 12 anos tive uma infecção vaginal e não queria passar de novo por aquilo. No entanto, o desejo ficava mais e mais forte que o medo. Assisti uma fita de vídeo onde uma mulher transava com vários cães e comecei a planejar como faria para ser, no mínimo, lambida pelo Sultão e se isso seria tão bom quanto os contos e os vídeos. Sexo com um cão? Só na hora para saber se eu chegaria a esse ponto.

Para começar a ganhar a confiança do Sultão e pensar melhor no assunto, comecei a ser mais atenciosa com ele. Meu marido estranhou mas gostou, pois o cão dava muito trabalho para ele. Quando o levei para passear pela primeira vez tive uma surpresa agradável. Ao cruzarmos por uma cadela vira-lata na rua, o Sultão, sem cerimônia nenhuma, lambeu-a na vagina. Fiquei com inveja, mas senti frustração pela falta de higiene do ato. Meditei, pensando se valeria a pena tudo isso. Depois desse passeio, decidi dar um banho nele, pois aquela cena não saía da cabeça. Durante o banho, pude vislumbrar o tamanho de seu pau, que era de tamanho médio. Percebi a sensibilidade ao toque, pois não permitiu que eu o segurasse. Confesso que fiquei excitada, pois acreditava que era do tamanho ideal para caber no meu cuzinho. Tive a idéia de ficar de quatro, para que ele lambesse por trás ao menos, porém, antes, limpei na medida do possível sua boca. Fiquei de quatro e ele não se fez de rogado, lambendo deliciosamente cu. Nesse momento, sentindo sua língua esperta, decidi que seria ele que realizaria o meu desejo de sexo oral. Sultão tentou fazer a monta, mas eu não permiti. Descobri outros dois problemas: as unhas de suas patas que durante a tentativa de monta arranharam minhas costas; quando neguei a monta ele ficou bravo e quase me mordeu. Eu soube que no dia que eu me metesse com ele teria que me submeter à sua vontade até o fim.

Sem me consultar antes, meu esposo deixou que a vizinha usasse Sultão para cruzar com sua cadela. Tive que concordar, pois ele disse que o cão nunca havia cruzado e isso seria bom para ele. Foi levar o Sultão na casa da vizinha e antes de sair vi o Sultão fazer numa cadela tudo que um dia faria em mim. Disse ao meu marido que não emprestasse mais o Sultão e que quando necessário eu iria providenciar isso. Comecei a pensar e arquitetar como eu iria resolver cada uma das condições para que eu pudesse realizar, enfim, meu desejo. Para as unhas eu colocaria meias em suas patas. Para impedir que ele me enfiasse o nó, o jeito era segurar com os meus dedos em forma de anel na base do seu pênis. O que mais tempo levei para resolver foi como desinfetar a boca de um cão. Em uma conversa com o veterinário, recebi alguns conselhos. O uso exclusivo de ração diminui o número de bactérias na boca de um cão, assim como um maior número de banhos. Proibi meu marido de dar qualquer outro tipo de alimento para o Sultão. Vendo meu desânimo quando ouvi que a ração apenas “diminuiria, mas não eliminaria completamente”, e percebendo minha insistência no assunto, o veterinário me disse, achando que eu era fanática por limpeza, em um tom irônico, que “para eliminar totalmente as bactérias só usando desinfetante bucal depois das refeições dele”. Mal sabia ele que havia dado a resposta para a minha felicidade.

Aproveitei e o deixei para um tratamento completo: banho, tosa, vacinação, e tudo o mais. Enquanto isso, fui preparar os últimos detalhes para meu grande dia. Em uma clínica de beleza, fiz uma depilação completa, para deixar minha vagina mais acessível e sensível quando fosse lambida. Antes de buscar Sultão, passei no supermercado e comprei sabonete anti-bactericida e um vidrão de Cepacol. Naquela noite fui dormir cedo, e de propósito não dei água para o Sultão. Meu marido tentou fazer sexo comigo, mas disse que estava com dor de cabeça, e só pensava que no outro dia realizaria enfim meu maior desejo. Como todo os dias, meu marido foi cedo para o escritório, e logo estávamos eu e Sultão sozinhos. Preparei o meu quarto para tudo. Não alimentei e nem dei água para ele. Então o coloquei no banheiro para lhe dar banho, primeiro com o sabonete anti-bactericida, e depois com meu shampoo. Finalmente escovei bem (contra sua vontade) e joguei o Cepacol em sua boca. Sequei-o com uma toalha, depois com secador de cabelos, vesti nele meias e o levei para o quarto. Tirei toda minha roupa e me deitei para relaxar um pouco, pois já estava ofegante. Lentamente comecei a acariciar o Sultão, que estava perfumadíssimo, e finalmente começamos. Dei dois tapinhas em minha bucetinha depilada e disse: “Lambe Sultão!”. Já fui ficando em posição de frango assado para Sultão lamber. Aquele foi o momento em que eu, Jaqueline, ou qualquer uma que estivesse em meu lugar, deixava a razão de lado, e passava a agir somente por instinto.

Enquanto eu gozava com sua língua, minha vagina se encharcava de líquidos e isso fazia Sultão lamber mais e mais, e beber com mais voracidade meu suco vaginal para matar sua sede, chegando ao ponto de mordiscar os lábios de minha bucetinha. Nessa altura, eu fui a loucura como nunca fora antes, a ponto de me retorcer de prazer e me conter apenas mordendo a ponta do travesseiro para abafar meus gritos de prazer. Arregacei com as mãos a vagina a ponto de ele enfiar até um pouco do focinho. Após as lambidas do Sultão diminuírem e eu já estar satisfeitíssima, decidi que faria sexo com ele para matar minha curiosidade e para agradecer o favor que ele havia me prestado. Eu comecei a acariciá-lo na região de suas bolas e, como havia mais de um mês que ele não transava, logo mostrou todo o seu pau. Lentamente me coloquei de quatro e ele começou a montar em mim. Eu o ajudei, guiando sua pica para o meu cuzinho. Enquanto ia enfiando seu pau no meu cu, ele apoiava sua cabeça em meu ombro. Tratei logo de conter com os dedos seu nó, para que não entrasse. Logo começou a bombar num vai-vem delicioso, cadenciado, que não durou menos que meia hora. Foi muito bom, pois sua pica, como eu já dissera, era do tamanho exato e secretava muito esperma. Isso ia lubrificando o cu durante toda a sua penetração, mas a melhor parte ficou por conta de sua ejaculação no final, pois é muito superior em volume que a de um homem, proporcionando uma sensação indescritível de prazer. Quando ele gozou dentro de mim, tive meu cuzinho inundado com aquele líquido quente, que logo começou a escorrer para fora de meu cuzinho, correr por entre as pernas e molhar o lençol. Essa penetração fazia com que eu me sentisse uma verdadeira cadela. Quando ele saiu de cima de mim, ficou lambendo entre o ânus e a buceta, me fazendo gozar novamente. Aquilo tudo era melhor do que eu havia imaginado. Não pude resistir e resolvi relaxar, chupando o seu pau e o safado do Sultão curtia estático o agrado.

Hoje enfim, eu posso me considerar uma mulher realizada sexualmente. Tenho meus dois machos, e sem trair a nenhum deles, pois a minha bucetinha continua sendo exclusiva de meu marido, e o Sultão fez por merecer meu melhor sexo oral e também anal.

Peço às mulheres que tenham um cão que experimentem. Vocês não vão se arrepender.

Fonte; Casa dos Contos.