Contos de Zoofilia; Minha iniciação no amor canino

Minha iniciação com o Max, o pai do Mix foi mais ou menos assim: Um dia eu estava de visita na casa desse casal de amigos, os donos do Max. Minha amiga não se encontrava e eu estava com o marido dela, com quem tenho também muita amizade. Comentávamos sobre várias coisas e começamos a conversar sobre o Max. Ele me falou muita coisa sobre o seu cão e me apresentou a ele. Eu nunca tinha tido muito contato com cães apesar de gostar muito deles. Eu estava junto do Max, com o meu amigo e foi quando o cão começou a ficar inquieto comigo ali. Eu estranhei o jeito dele, que ficava me rodeando, me cheirando, tentava ficar cheirando entre minhas pernas, pela frente e por trás. Eu fiquei também inquieta com aquilo, mas sabia o que ele queria dizer com aquilo. O meu amigo tentou me explicar dizendo que já fazia algum tempo que ele não cruzava e parecia estar “necessitado”. Eu comentei que ficava com muita pena dele pois sabia o que era ficar assim na carência e perguntei ao meu amigo se ele não pensava em dar um jeito na situação sexual do coitadinho. Ele disse que a única maneira seria arranjar uma fêmea para dar para o coitadinho cruzar. E do jeito que ele se encontrava poderia ser qualquer fêmea. É bom que se diga que o Max não é qualquer animal, mas um Dog Alemão de porte considerável e por isso pensei que de forma alguma qualquer fêmea aguentaria com todo aquele macho. Teria que ser uma fêmea da mesma espécie ou outra que suportasse um macho daquele tamanho. Me amigo em perguntou com um sorriso um tanto malicioso se eu não teria uma proposta de como aliviar a tensão do pobre animal. Ao que eu respondi sorrindo que claro que não tinha. Passei alguns dias pensando nisso e quando voltei à casa deles logo questionei ao meu amigo como estava o Max e ele disse que estava na mesma. Eu ficava com muita peninha dele e disse ao seu dono o que a gente poderia fazer por ele. Eu achava aquilo uma coisa muito séria. Meu amigo me disse que se uma cadela não aparecesse para sacear o Max, a situação só teria jeito de alguém se propusesse a fazer isso por ele, e claro, meu amigo não estava nada afim de fazer isso. No dia seguinte, após pensar um pouco eu fui até a casa dele e perguntei se havia arranjado alguma cadela e ele disse que não. Ao me ver ansiosa ele me perguntou com certo sarcasmo: se voce está tão interessada, por que não resolve voce mesma o problema dele. Aquilo me soou esquisito, mas ao mesmo tempo como um possibilidade de aliviar a tensão daquele animal tão formoso. Eu não respondi nada, nem que sim nem que não e meu amigo percebeu minha indecisão. No dia seguinte eu liguei pra casa dele e perguntei se poderia passar lá depois. Marcamos uma hora e ele me recebeu. Eu fui logo ao assunto e disse que se fosse o caso eu até poderia masturbar o cão, mas ele teria que ajudar pois eu tinha certo receio de ficar só com o Max. Ele começou a rir e depois disse que o Max não precisava de maturbação mas de uma boa trepada. Ou mais de uma. E disse: você quer ou não ajudar o bichinho? Você quer ou não dar para ele? Eu gelei, isso não havia me ocorrido, mas senti que seria a única alternativa de ajudá-lo. Eu não imaginava outra coisa. No fundo eu sabia que eu poderia ser a fêmea que ele precisava, aquela que seria capaz de aguentar todo o potencial daquele macho fenomenal. Então eu perguntei como poderia fazer isso? e se o meu amigo me me ajudaria? Ele disse que colaboraria no que fosse possível, mas que o Max sabia como e o que fazer, e com certeza eu também. Claro que sabia! Marcamos para o dia seguinte. Naquela noite, não dormi direito e meu marido estranhou meu fogo e minha performance na cama, chegando a perguntar o que havia me deixado assim. Eu disse que havia sido um filme que eu vira. Ele pediu para eu ver este filme mais vezes… No outro dia, fui até a casa dele vestindo uma saia e camiseta. Cheguei e queria logo fazer aquilo, pois sentia dentro de mim uma mistura de ansiedade e tesão quase incontroláveis. Meu amigo pediu que me preparasse anquanto ele ia buscar o Max. Eu me despi, passei um pouco de vaselina em mim e fiquei ali, tremendo… Quando ele chegou com o Max eu vi aquele animal super fogoso que veio logo me cheirando, eu fiquei de 4 e ele começou a me lamber. Logo senti seu peso sobre mim e suas patas começaram a me puxar com força, seu pau batia fortemente contra mim, até que, de repente, ele entrou fundo… Socava dentro de mim violentamente e em pouco tempo gozou muito… Eu perdi a noção do tempo e do prazer, não sabia se tinha gozado ou se estava desmaiando pelo esforço ao que o Max me submeteu, mas estava completamente mole e muito satisfeita do que tinha feito. Fiquei ali deitada por um certo tempo, até que o Max veio me procurar de novo, me lambeu novamente e eu me coloquei de 4 e ele repetiu o ritual. Depois da terceira, tomei meu banho e fui pra casa mole. Quando cheguei em casa foi que me dei conta que não me lembrava se o meu amigo estava lá ou não, e provavelmente estava, mas no grau de excitação em que me encontrava, eu não sabia de nada. No dia seguinte fui até lá e conversamos sobre o assunto e notei que o Max estava mais calmo. Meu amigo foi um perfeito cavalheiro e me deixou saciar o Max sem se aproveitar de mim, que sou a mulher de um de seus melhores amigos. Mas na verdade, acho que nunca vou saber o que realmente aconteceu pelo ponto de vista do meu amigo. Quando mais tarde o Max gerou uma ninhada eu comprei um de seus filhotes o Mix, meu amante full-time.

Fonte; Casa dos Contos.