Contos de Zoofilia; Um Prazer Animal

Nesta série de primeiras vezes, desta vez vou contar uma especial, porque envolve um fetiche que é visto como uma aberração por muitos, a maioria por certo, mas que significa um prazer alucinante para outros – uma minoria livre que qualquer restrição à prática sexual. Esta é a história de J, uma mulher extremamente bonita, moreníssima, com cabelos negros, longos e lisos. Hoje, J é casada com um advogado muito importante em São Paulo, e quando a entrevistei ela relutou por vários dias contar sua história, por considerar que ela era, como disse, uma anormalidade. Depois de muito insistir e garantir-lhe que sua identidade seria preservada, e considerando que eu havia sido apresentado ela por uma grande amiga, (que aliás também me contou sua primeira vez) finalmente concordou. E admitiu que ver sua história escrita que lhe causaria enorme prazer, pois com conhecimento de seu marido continuava a prática sexual que a iniciou, única forma de realmente se realizar como fêmea. Agora, vou deixar J contar sua iniciação sexual, em um relato que seguramente vai deixar os que apreciam este modalidade de sexo completamente extasiados. “ Hoje tenho 38 anos, mas quanto tudo aconteceu eu tinha apenas 18. Sou baixa, com 1,58m de altura, mas naquela época usava sapatos de saltos muito altos, que destacavam meu belo corpo, com seios de médios para grandes, arredondados na base e pontudos, com bicos salientes, que despertavam tesão mesmo nos homens mais frios. Sempre tive os quadris bem largos e uma bunda proeminente. Os homens se viravam quando eu passava – ainda se viram – e isto me fez ficar extremamente ligada em sexo. Tinha um namorado que eu pensava naquela época seria meu marido um dia. Mas, apesar disso, nosso relacionamento sexual era tímido. Ele tomava muito pouca liberdade comigo. Respeitava-me muito e uma maneira de ele demonstrar isso era não avançar o sinal. Dava-me uns amassos, é verdade, me deixava toda molhada com beijos ardentes e uns leves toques em meus seios, mas nunca passou disso, mesmo tendo percebido que algumas vezes eu estava completamente disposta a ceder aos seus desejos, principalmente o sexo anal, que era para a maioria de minhas amigas uma forma de se satisfazer sem perder a virgindade, que de acordo com a minha criação deveria ser preservada até o casamento. Ás vezes, ele me abraçava por trás e ao sentir o seu pau duro roçando em minha bundinha arrebitada meu corpo era tomado por tremores que ele fingia não perceber, talvez para manter o controle de suas próprias sensações e manter sua postura de respeito por mim. Portanto, com 18 anos, eu era já uma mulher carente de sexo. Queria muito mais do que tinha com meu namorado e não ousava ceder às muitas cantadas, porque gostava dele e estava condicionada a me casar com ele e lhe ser fiel. Mas muitas vezes sonhava acordada com um pênis me penetrando, e confesso quase sempre era na bundinha. Muitas vezes, quando me masturbava, principalmente depois que levava aqueles amassos, tocava levemente com o dedo na portinha de meu ânus e gozava imediatamente. Minha família morava numa casa imensa, num bairro de classe média de São Paulo, e foi aí que tudo aconteceu. Num final de semana, fiquei sozinha em casa. Meus pais e meus dois irmãos viajaram para lugares diferentes e as duas empregadas e o jardineiro foram dispensados. Eu ia passar o sábado e o domingo na casa de uma tia, mas depois resolvi ficar para colocar uns trabalhos da faculdade em dia. No sábado pela manhã, um belo dia de sol, coloquei meu biquini e fiquei à beira da piscina, me bronzeando e estudando. Fiquei ali distraída, até que nosso pastor belga, um cão enorme, todo preto, de pelo brilhante, colocou-se a meu lado. Seu nome era Valente. Ele estava inquieto e percebi que a toda hora lambia seu pênis, que tinha uma pontinha vermelha para fora da capa. Brinquei com ele, para acalma-lo porque percebi que estava excitado. Mas isso só fez como que ele ficasse ainda mais inquieto. Então, sentei ao lado dele, para alisar o seu dorso, brincando com o seu pelo. Ele estendeu-se todo no gramado, como sempre fazia quando alguém lhe dava carinho, e eu passei a alisar sua barriga. Em poucos minutos, ele estava com todo o seu pênis para fora da capa. Eu pude ver, então, um pênis enorme, gigantesco mesmo, tanto em cumprimento quanto em grossura . Era vermelho na ponta, mas o corpo era rosa, voltando ao tom vermelho perto da base. Vendo aquilo, fiquei pensando como sofreria a cadela que transasse com ele. Até aquele momento eu apenas estava acarinhando o meu cão e não dei importância ao fato de ele estar excitado daquela maneira. Continuei a acariciar a sua barriga. De repente, sem que eu pudesse evitar, enquanto eu estava sentada ao seu lado no chão, Valente pulou em cima de mim, colocando suas patas dianteiras nos meus ombros. Com isso, aquele enorme pênis ficou na frente do meu rosto. E ele fez os movimentos de penetração, fazendo com que seu enorme caralho chegasse a roçar o meu rosto. Aquilo me perturbou. Abalada, reagi imediatamente e tentei afastá-lo, gritando com ele. Mas Valente tinha uma força muito superior a minha e não consegui afastá-lo. Gritei mais com ele, mas não fui obedecida. Tentei, então, me virar para poder me colocar de pé. Girei o corpo, apoiei as mãos na beira do “deck” da piscina e fiquei meio ajoelhada, quase de quatro, para tentar me levantar. Quando estava nessa posição, Valente, movimentando-se rapidamente, me agarrou pelos quadris, enlaçando minha cintura, e fazendo movimentos de cópula. Seu peso impediu que eu pudesse fazer qualquer movimento para escapar daquela situação. E eu fiquei ali, naquela estranha situação, sentindo-me dominada, sem conseguir me livrar daquele cão imenso, que tentava me comer. Minha disposição, podem crer, era realmente me livrar dele, mas enquanto ele estava agarrada em mim, arranhando-me com suas patas enormes, senti suas estocadas, com a ponta de seu enorme membro socando minhas nádegas e minhas coxas, até que começou a se aproximar da minha buceta e do meu ânus. Aí, percebi que aquilo estava me excitando, mas me deixava assustada. Ao mesmo tempo, me sentia protegida por estar de biquíni. As estocadas se tornaram fortes e eu comecei a ficar com medo de que ele rasgasse meu biquíni, com aqueles trancos que iam aumentando de velocidade, na medida que o abraço de Valente na minha cintura se tornava cada vez mais apertado. Meu corpo todo se contraía cada vez que a ponta de seu monstruoso caralho batia na portinha da minha buceta e do meu ânus. Tentei novamente escapar, mas ele não me largava. Acabei me conformando e por achar que o biquíni me protegia deixei que Valente continuasse ali me comendo por cima do pano do biquini. Não posso negar: eu estava gostando muito de sentir aquele membro me estocar procurando uma passagem para se meter nas minhas entranhas. Mas eu fiquei realmente fora de mim, quando o cão encaixou aquela tora bem em cima do meu cuzinho. As estocadas violentas me fizeram perder o controle e me vi balbuciando coisas inacreditáveis: – Isso cachorro tarado, mete no meu cuzinho, assim… com força… vai, vai, vai… porra, como éééé…. é bom…bbbbooommmmmmm. Valente continuava estocando e em poucos segundos senti que ia ter um orgasmo destruidor, como jamais tivera tocando o meu cuzinho com a ponta dos dedos e me masturbando. Gozei uivando como uma cadela no cio e senti minhas pernas tremerem. Quando voltei a raciocinar com clareza, fiquei sentindo uma mistura de excitação e vergonha, por ter gozado tão despudoradamente e por constatar que, apesar de tudo, estava gostando daquela aberração. Desorientada, ainda sentindo no corpo os efeitos do orgasmo que experimentara, levei minha mão para trás, por entre minhas pernas, tocando aquele pênis enorme, e ao mesmo tempo em que me assustava com seu tamanho e com a violência com que ele me estocava, percebi que ele tinha uma enorme bola junto à capa. Valente continuava fortemente agarrado a mim, com seu corpo todo apoiado em minhas costas e sua língua tocando a minha nuca. Meus ombros estavam melados pela sua baba. Sua respiração era agitada e as estocadas continuavam, cada vez mais fortes. Segurei firmemente aquela tora com a mão, sentindo ele fazer aquele vaivém numa velocidade absurda e com uma força descomunal. Eu não conseguia fechar minha mão em volta do seu cacete, o que dá bem uma idéia de sua grossura. Valente continuava a estocar minha bunda, ás vezes cravando o caralho próximo à minha buceta, às vezes sobre o meu ânus, por cima do biquíni. E eu sempre tentando segurar o seu pênis. De repente, ele se agarrou ainda mais fortemente a minha cintura, arranhando minhas coxas com suas unhas, começou a dar trancos curtos e violentos e depois me largou. Senti jatos de seu esperma melando minhas coxas e minha bunda. Um bocado daquele líquido pegajoso e quente escorreu pelo meu rego, por baixo do biquíni e foi se alojar bem sobre o meu cuzinho, o que me fez sentir arrepios de tesão. Após desgrudar-se de mim, o cão ficou meio deitado, lambendo aquela coisa descomunal, que continuava completamente de fora, com aquela bola vermelha na base. Pensei comigo mesma: ele gozou e agora vai sossegar. Sinceramente lamentei, porque, confesso, meu tesão estava ainda lá em cima e eu queria continuar na brincadeira. Mas o meu lado lúcido me fez pensar que era melhor que aquilo não continuasse. Pensando assim, tirei o biquíni e corri para a ducha da piscina para me lavar. E aí foi que cometi o meu grande erro daquele dia. Eu estava nua, em pé, quando Valente se levantou e veio novamente em minha direção. Quando me dei conta, ele enfiava o focinho frio no meio das minhas pernas, cheirando minha buceta, ainda encharcada dos meus líquidos, que caíram copiosamente na gozada que eu dera, e também de sua porra. Tentei evitar, mas logo ele começou a lamber minha xana. Sai língua áspera e quente me fez sentir um prazer inacreditável. Era a primeira vez que alguém me tocava daquela maneira, uma maneira que eu fantasiara em muitas e muitas das minhas masturbações. De repente, ele se meteu entre minhas pernas, não me permitindo fazer nada para impedir. E sua língua subia e descia freneticamente pela minha buceta, me causando uma sensação incrível. E eu, então, sem forças para reagir, mandando às favas todos os meus princípios morais, fiquei gozando com aquela tentando se enfiar em minha vagina. A cada segundo o que eu sentia era ainda mais prazeiroso. Até cheguei a fechar os olhos, entregando-me completamente àquele momento mágico, que me causava arrepios. Eu estava em êxtase. Com os olhos apertados, a esta altura com as pernas completamente abertas e trêmulas de tanto tesão, com a cabeça girando loucamente, me esqueci completamente de meus pudores e sentia somente as sensações que aquele cão estava me fazendo sentir. Eu voava velozmente para um novo orgasmo, talvez o mais intenso que eu tiveram em toda a minha pouco intensa vida sexual. Acho que valente percebeu que eu estava completamente entregue, porque pulou sobre mim, metendo-me as duas patas dianteiras pouco acima do meus seios, fazendo-me cair para trás. Assustada e com a respiração descontrolada pela interrupção abrupta daquelas linguadas que estavam me levando ao orgasmo, fiquei sentada na grama. Valente montou nos meus ombros e apertando meu pescoço começou aqueles movimentos de vaivém, estocando aquele imenso cacete no meu rosto encostando seu membro, que já estava enorme de novo, na minha boca, onde quase conseguiu enfiá-lo. Senti seu gosto salgado e fui tomada por uma sensação de repugnância. Por isso, me virei rapidamente tentando escapar, mas acabei ficando de costas para ele. Outro erro tremendo: Valente agarrou-me por trás, me arranhando toda, e ficamos exatamente na posição ideal para um cão cobrir uma cadela. Numa fração de segundo, dono da situação, Valente começou a tentar enfiar aquela coisa enorme dentro de mim. Fiquei aterrorizada, pois me lembrei que agora estava completamente nua, sem a parte de baixo do biquíni que antes me protegera de ser deflorada por aquele tronco vermelho. Estava inteiramente à mercê daquele cão e tinha plena consciência de que não me soltaria mais. E também sabia que, com o fogo que tomava conta das minhas entranhas, aquele tesão descomunal e desavergonhado que sentia, não iria mesmo querer interromper aquela posse que parecia inevitável. Com minhas últimas forças, físicas e morais, tentei me desvencilhar, gritei muito, praticamente implorei para que Valente me soltasse, como se ele fosse capaz de me entender, mas nada deu resultado – e não daria mesmo. De repente, senti a ponta do enorme caralho socando minha bunda, alternando-se entre a entrada de minha grutinha virgem e do meu ânus, igualmente intocado porque qualquer coisa que não fosse a pontinha do meu dedo. Alucinado, Valente procurava apenas um buraco para enfiar aquele pirocão. As estocadas continuavam e eu até pensei que ele não iria conseguir me penetrar, quando senti aquela coisa enorme cravar-se na minha xaninha. Me arrepiei de medo e instintivamente me contrai toda, retesando todos meus músculos. Fiquei desesperada e me debati violentamente, tentando me desvencilhar dele de todas as formas. Mas Valente tinha suas patas ferozmente enlaçadas em minha cintura, cravando suas unhas na parte interna de minhas coxas. Era impossível escapar daquele abraço. Senti uma dor terrível no meu ventre e quase no mesmo instante seu membro descomunal enterrou-se de uma vez na minha buceta. Senti a vista escurecer. Desequilibrada, cai de cara na grama. É difícil dizer exatamente o que sentia. A dor era quase insuportável, mas todo o meu corpo vibrava de prazer. Apesar disso, fiquei em pânico, pois me veio a cabeça a lembrança das gigantescas dimensões do seu pênis. Eu não podia acreditar que aquilo tudo estava dentro da minha buceta, mas sabia que estava, tal era a dor que sentia em minhas entranhas. Valente continuava metendo, naquele movimento de entra-e-sai, numa velocidade incrível… Sem poder raciocinar com clareza, levei uma das mãos para trás tentando tirar aquela estaca de dentro de mim, mas não consegui. A velocidade e a força das estocadas me faziam sentir cada vez mais dor, e é fácil para as mulheres que estiverem lendo esta narrativa avaliar o que eu sentia em minha xana até poucos minutos antes virgem, açoitada por um membro daqueles, que era de pelo menos 22cm. Segurei seu membro, enquanto ele continuava estocando. Verifiquei que ele estava inteirinho cravado nas minhas carnes. Só o que estava de fora era aquela bola enorme que se forma na base. E Valente, embora com seu pênis completamente cravado em minha vagina, continuava com os movimentos. Acho que queria enfiar também aquela bola que me parecia ter as dimensões de uma laranja das grandes. Com minha mão, pude sentir um líquido quente escorrendo pelas minhas pernas. Trouxe a mão ao alcance dos meus olhos e vi uma mistura de porra canina e sangue. Voltei a segurar o pênis de Valente, aterrorizada com a possibilidade de ele introduzir aquela bola na minha buceta. Mas aquele movimento de vaivém foi me levando a um estado de excitação total. A dor foi diminuindo e eu, tonta de tesão, fechei os olhos, abri as pernas o mais que pude e empinei a bunda, entregando-me completamente ao prazer que dominava todos os meus sentidos. Senti-me uma cadela, sendo completamente possuída por aquele cão e me vi rebolando, gemendo de prazer. Logo, o entra-e-sai daquele membro enorme, ferindo o meu útero, me fez experimentar um gozo alucinante. No auge do orgasmo, empurrando minha bunda contra aquele tronco, toda escancarada, aconteceu o inevitável. Valente deu um tranco fortíssimo, e, favorecido pela minha intensa lubrificação, principalmente pela quantidade enorme do seu esperma, meteu aquela bola de uma vez em minhas entranhas. Aquilo passou me rasgando e eu senti a ponta dura do seu membro espremendo meu útero, que parecia estar encostado em meu estômago. Senti ,meu esfíncter vaginal fechar-se após a passagem da bola e aí entendi o porquê dos cães ficarem engatados no final do ato sexual. Valente manteve os movimentos, mesmo completamente cravado em minha buceta, o que me causou espasmos de prazer. Tive pelo menos três orgasmos sucessivos, que vinham em onda e recomeçavam quando eu imaginava que iam cessar. Algum tempo depois, ele ficou imóvel e afrouxou seu abraço. Aí, com o corpo mole, as pernas bambas, os braços doendo e já sem forças para me sustentar naquela posição, tentei me soltar dele. Puxei meu corpo para a frente, mas aquela bola me causou uma dor ainda maior do que quando entrara. Fiquei imóvel, e para minha sorte, Valente não tentou sair de dentro de mim. Qualquer movimento que eu fizesse, aquela coisa me causava uma dor insuportável. Somente muitos anos depois, ao ter o meu filho, em parto normal, senti dor igual àquela. Mas a posição era muito desconfortável e depois de algum tempo, completamente melada, consegui me desvencilhar, puxando aquele caralhão com as mãos. Quando aquela bola saiu de dentro de mim, senti uma dor muito forte, mas também uma grande sensação de alívio. Levantei-me com grande dificuldade e andei, aos tropeços, até a ducha. Deixei a água correr pelo meu corpo durante muitos minutos. Parecia que eu queria limpar meu corpo e minha alma. Sentia-me suja e doente. O sangue escorria pelas minha coxas, junto com uma quantidade inacreditável de porra de Valente. Apalpei-me e vi que minha grutinha estava completamente alargada. Enfiei quatro dedos de uma vez. Da ducha, enquanto me banhava, pude perceber que Valente se lambia, o que parecia lhe causar um grande prazer. Ao fazer esta constatação, senti também dentro de mim reacender o tesão. Aquela sensação me deixou estarrecida, porque me parecia escabrosa demais, depois de tudo o que acontecera, com a perda da virgindade tão firmemente conservada desde os 12 anos quando sentira despertar em mim as sensações do sexo. Instintivamente levei um dedo ao meu cuzinho e todo o meu corpo vibrou intensamente. Uma coisa passou pela minha cabeça, mas eu me recusei a admiti-la, por me parecer imoral demais. Mas o meu corpo vibrava e meu ponto mais sensível se contraia e se distendia, a caminho de um orgasmo involuntário. Sem poder controlar meus instintos, deixei a ducha e caminhei lenta mas firmemente na direção de valente. Mais perto dele, pude observar que a bola de seu pênis diminuíra muito de tamanho, mas o pênis continuava todo de fora. Sem controlar meus atos, abaixei-me e toquei aquela tora com minha mão esquerda. Fiz movimentos leves de masturbação e seu pênis soltou um esguicho de porra, que melou meu braço e deixou um forte cheiro de sexo no ar. Sentia medo do que queria fazer e tentei sair dali, mas Valente novamente subiu em cima de mim, com aquele abraço de ferro. Senti-o agarrando-me pela cintura e, de novo, as estocadas de seu membro. Meu sangue ferveu nas veias e eu me surpreendi com a minha capacidade de sentir tesão por aquele cachorro. Por vontade própria deixei-me cair de quatro e me abri toda para recebê-lo novamente na minha dolorida e escancarada buceta. Mas eu sabia que não era isso o que eu realmente queria. O cão parecia adivinhar meus pensamentos e numa estocada terrível, senti a ponta do membro forçar a entrada do meu ânus, o que me causou arrepios e me deixou realmente sem qualquer controle dos meus atos. Fiquei com a bunda empinada, joguei os braços jogados para a frente, e apertei os olhos, esperando a penetração, que certamente seria ainda mais dolorosa quanto a anterior, em que a virgindade da minha vagina fora colocada como uma coisa do passado. Mais um tranco e senti aquela coisa enorme alargando meu esfíncter anal e arrebentando minhas pregas, cruelmente. Contraí todos os músculos, mas bastou só mais uma estocada, e o cão enterrou inteiramente seu caralho descomunal em meu traseiro. Soltei um urro de dor, que certamente seria ouvida por todos os vizinhos se minha casa não estivesse em um local isolado. Enquanto sentia aquela coisa queimar meu ânus, coisas passaram diante de minha como um filme. Vi meu namorado e a forma respeitosa como ela me tratava, lembrei das muitas vezes em que ele tirava tímidos sarros de minha bundinha quando na verdade eu queria que me pusesse de quatro e me arrebentasse a virgindade anal. Mas tudo me parecia irrelevante diante da sensação que estava sentindo. Era demais e em poucos segundos, apesar da dor que estava sentido, fui tomada por um orgasmo que fez me tremer convulsivamente e flar com Valente, como se ele fosse o macho com que eu sempre sonhara e que estava realizando o meu grande anseio sexual. – Isso, meu macho. Arrebenta sua fêmea. Me lasca toda, me arromba. Assim, assim… aaaaassssssiiiiimmmmm…. ai, como é bom, é bom, aí, é sim. Vai todo, mete tudinho, eu to gozando…. ai, ai, uuuuuuiiiiiiiii. E Valente continuava me fudendo o rabo, num entra-e-sai alucinante, com seu pênis já todo cravado em meu traseiro. Apesar do tamanho descomunal de seu cacete, em pouco tempo, de dois ou três minutos, a dor terrível que eu sentia foi cedendo gradativamente. Percebi que meu esfíncter anal era muito elástico que o vaginal. Relaxei, então, meus músculos e o que passei a sentir foi uma sensação de entupimento. Meu esfíncter rabinho começou a se contrair involuntariamente, apertando aquela enorme tora, o que me causou sensações maravilhosas, que jamais havia imaginado ser possível sentir com um tronco enterrado no cu. Aquilo foi ficando mais intenso, mais forte e foi aumentando, aumentando, num tremor que foi tomando meu corpo todo. Em meio a espasmos e tremores convulsivos, tive um orgasmo avassalador. Pensei que ia morrer e meio louca cheguei a pedir a Valente para sair de dentro de mim, mas ele não obedeceu e em me senti desmaiar de tanto gozar. Naqueles momentos de semi-inconsciência, nem me lembrei da bola na base de seu cacete e, aproveitando-se do meu completo relaxamento, depois do orgasmo que me destruíra, o cão, numa cravada brutal, meteu aquela coisa anormal em minha bunda. Senti uma dor infernal, e tardiamente me lembrei de tentar segurar seu pênis com a mão para evitar a entrada da bola. A dor, embora quase insuportável, foi apenas na passagem do nó. Logo diminuiu muito e Valente, mesmo com seu pênis descomunal e a bola completamente enterrados em meu rabo, manteve os movimentos de vaivém, o que me causou uma onda interminável de espasmos de gozo. Ninguém é capaz de imaginar prazer tão intenso, só mesmo quem já foi comida (ou comido) por um cão no rabo. Com tudo aquilo dentro de minha bunda e com Valente incansável nas estocadas, por um tempo que deve ter durado pelo menos 15 minutos, perdi-me nas contrações involuntárias de meu esfíncter. Todo o meu ser vibrava com a sensação de estar sendo possuída por um cão e porque conseguira receber um caralho muito maior do que todos que já haviam povoado minhas fantasias. Minha cabeça dava voltas e creio que gozei umas três ou quatro vezes, em tremores que me faziam escurecer a vista, sentir sensações de desfalecimento, para logo o tesão voltar a toda. Valente parou de me estocar, e eu tive meu último espasmo de gozo. Parados ali, naquela posição que a qualquer um pareceria uma aberração, tentei me desvencilhar do cão, mas aí fui tomada por um verdadeiro pavor. Eu mão me dera conta na loucura do tesão que me tomou, mas agora me dava conta do óbvio: estávamos engatados, porque a bola estava inteiramente enterrada no meu ânus. Tentei tirar seu membro de dentro do meu rabo, mas parei estarrecida pela dor que senti. Procurei, então, agir como uma verdadeira cadela, segurando o pênis do cão com as duas mãos, firmemente, para mantê-lo naquela posição, impedindo que ele fizesse força para se desvencilhar. Se isto acontecesse, certamente me causaria uma dor ainda maior do que quando ele saiu com aquele nó monstruoso de minha xaninha. Ficamos entalados durante uns 25 minutos. Senti Valente despejar uma grande quantidade de porra em meu reto e depois disso a bola foi reduzindo de tamanho rapidamente. Logo que pude, tirei seu pênis de dentro do meu ânus, puxando-o com as duas mãos. Valente ficou esparramado ao lado da piscina, lambendo ferozmente o seu imenso pênis , enquanto eu, completamente atordoada, levantei-me e corri para a ducha. Antes de deixar a água correr pelo meu corpo, levei a mão ao meu ânus e percebi que pelas minhas pernas escorria uma verdadeira cachoeira de porra do cão e de sangue. Juntei os dedos e levei-os ao meu rabo, conseguindo introduzir três deles, sem qualquer esforço nem dor. Meu rabinho estava completamente rasgado. Mesmo assim, ao toca-lo sentia tremores de prazer. Minha vida, depois disso, mudou completamente. Fiquei com meu namorado por mais algum tempo, mas sentia-me culpada por ter de ocultar-lhe tudo o que havia acontecido. Minha culpa era ainda maior, porque eu estava disposta a continuar transando com Valente. Tão logo terminei meu namoro, tive um dia inteiro de sexo com meu pastor belga, só que, mais experiente, só permiti que ele introduzisse a bola em minha xaninha. No rabo, nunca mais, porque tive problemas com os ferimentos que ele me causou na primeira vez. Recebia seu pênis todo no rabinho, mas sempre tomava cuidado com o nó. Tive outros namorados, com os quais transei gostosamente, mas nunca me apaixonei. Quando conheci meu marido e fiquei loucamente apaixonada por ele, planejamos casar, mas eu só aceitei o seu pedido depois que lhe contei que somente me satisfazia inteiramente com cães. Ele compreendeu, me aceitou desta forma e até assiste minhas transas. Temos um sítio onde vivem nada menos do que 12 cães de diversas raças, todos de imensos cacetes. Transo com todos eles e nos finais de semana, quando não temos visitas, me entrego até a quatro deles. Depois satisfaço todos os caprichos de meu marido. Não me considero uma mulher anormal sexualmente. Tenho um vida normal, produtiva, um bom casamento, enfim uma família bem estruturada em todos os sentidos. E sou muito feliz”.

Fonte; Casa dos Contos.