Natália, a menina que chupava pau de cachorro

Natália, a menina que chupava pau de cachorro

2 de fevereiro de 2020 0 Por zoofiliabestyalit

No fim de semana após sua aventura oral na rola do cachorro, houve um almoço na casa de sua tia, toda família reunida, Natália como sempre ajudando nos afazeres, guimba o cachorro andava por tudo, mas volta e meia chegava mais perto, todos diziam, “como ele gosta dela”, num momento mais tenso, seu pinto ficou para fora ao lado dela, Natália disfarçou e tratou de sair de perto dele, ela se divertia com toda situação.
Passado esse fim de semana, ela não perdia o ritmo, continuava buscando prazer na putaria, vendo pornografia pesada e se masturbando muito, para sua alegria, veio um novo convite de sua tia, ligando para ela no meio da semana, – oi Natália, tudo bem, vc ta muito ocupada amanhã?
– a tarde to de boa, oque precisa?
– vem o pessoal da internet aqui, e vou precisar sair, vc poderia fica aqui até eles terminarem?
Naturalmente ela respondeu que sim, claro com todas segundas intenções possíveis, no outro dia na hora combinada ela chegou na casa da tia, os técnicos da internet já estavam la, sua tia lhe falou o necessário e partiu para seu compromisso, Natália ficou ali perambulando pela sala e cozinha ate os caras terminarem, volta e meia olhava o quintal, guimba quando a via, já se assanhava todo, como se já soubesse o agrado que viria, finalmente os técnicos terminaram e foram embora, ela fechou tudo como da outra vez, partiu para o quintal nos fundos.
La na casinha do guimba resolveu brincar com ele ali mesmo, era um risco, mas ela sentiu tesão em ficar ali por enquanto, ele se deitou e quase de imediato soltou a cabeça do pinto pra fora, ela começou a acariciar, estava de joelhos ao lado dele, sem pensar no perigo de estar num lugar aberto que era o quintal, foi com a boca no pau dele, começando a chupar gostoso, depois de segundos fazendo aquilo, ela ouve um barulho, ergue a cabeça rápido e olha em volta, não vê nada, achando que estava tudo tranquilo, de repente ouve uma voz:
– oque ta fazendo menina?
Natália é tomada por um gelo, um homem com a cabeça por sobre o muro, um vizinho, ela não fala nada, larga o guimba e corre pra dentro da casa da tia, em seus pensamentos vem as mais insanas possibilidades “caralho, to fodida!!!”, “to acabada, quem e esse cara?”, visualizando sua vida destruída, senta no chão da cozinha e fica em silêncio, tentando entender como lidar com aquilo.
Tomando um susto novamente, o telefone da casa toca, de inicio ela reluta em atender, não queria falar com ninguém, mas foi assim mesmo, – alô?
Do outro lado uma voz de homem pergunta, – quem fala?
– Natália!
A pessoa do outro lado fica em silêncio por segundos e diz, – é vc a menina que estava com o cachorro?
Ela desliga o telefone na hora, oque era terrível ficou pior, o telefone toca de novo, e toca até parar, ela não atende, e novamente toca, então resolve atender, toda nervosa diz – oque quer?
O homem responde, – não desligue, fica tranquila, só quero conversar!
– não tenho nada pra falar com vc!
– tem sim Natália, vc tem muito que falar comigo!
Sabia que estava encrencada, não sabia oque dizer ou fazer, ele continua, – quero que venha aqui em casa, para podermos conversar!
Ela fica apreensiva, não sabia bem oque responder, – agora não posso!
– tudo bem, quando for embora daí, passe aqui!
E desligou, a cabeça de Natália parecia que ia entrar em parafuso, nisso ela ouviu sua tia chegando, tinha que se recompor e disfarçar, na verdade sua tia falou coisas e ela respondeu, mas saiu da casa dela sem lembrar oque se tinha dito, estava paralisada nos pensamentos.
Chegou na rua, foi andando, passou na frente da casa do tal vizinho, andou alguns passos e não ia parar, mas foi tomada por uma necessidade de saber oque ele queria, de saber o quanto estava ferrada, e resolveu voltar, tocou o interfone e o portão abriu, olhou em volta para ver se não tinha ninguém olhando e entrou, chegou na porta da sala, ela se abriu e um homem coroa se apresentou, bigode, cabelo pintado, estatura media, uma barriga leve, até bem vestido, disse, – entre Natália!
Ele apontou o sofá, ela sentou-se, tinha um poltrona ao lado, aonde ele se acomodou, ficou olhando ela um pouquinho até que disse, – vc sabe meu nome?
– não!
– me chamo Valdomiro, sou viúvo, moro sozinho aqui, sei que é sua tia que mora do lado!
Ela tentava disfarçar seu nervosismo, olhando para baixo, ele notando isso, foi direto:
– fica tranquila Natália, seu segredo esta bem guardado comigo, ninguém saberá!
Um certo alivio falso toma conta dela, era obvio que as coisas não eram tão fáceis assim, ela sabia disso, ele continuou, – me responda, vc gosta de fazer aquilo no cachorro?
– eu não estava fazendo nada!
– só o fato de vc estar aqui, já diz que estava fazendo sim, mas talvez me enganei, talvez não vi vc chupando o pinto dele, não é mesmo?
Ele dizer aquilo, era como uma facada nela, ficou com vontade de sair correndo dali, até que resolveu falar, – oque vc quer?
Ele se recosta na poltrona, olha fixamente para ela e diz, – simples, o mesmo que o cachorro!
Natália olha para ele espantada, pensa consigo mesma “que velho filho da puta”, não sabia oque responder ou fazer, mas aquele proposta tinha tirado o sentimento de medo de certa forma, e o tesão começou a aflorar novamente, o fogo que tinha fugido no susto do flagra, voltou com força máxima, ele notando uma certa inclinação dela nisso, pergunta:
– e ai, topa chupa meu pau em troca do meu silêncio?
Ela acena a cabeça dando o sim, então Valdomiro se levanta da poltrona e se aproxima dela, chega com a abertura do zíper da calça em frente ao rosto, ela vai com as mãos e começa abrir sua calça, e puxa a zorba dele, surge um caralho mole, grandinho para a idade dele, uma surpresa para ela, que pensou que ele teria pintinho, sem cerimônia ou vergonha, faz oque sabe, começa com beijos ate que coloca ele na boca, o coroa delira com ela chupando seu pau, e conforme ela mama, o pinto vai se mostrando grande, ela já teve namorados e ficantes, e bem poucos caras tinham um pintão daquele, ela começou a sentir prazer em chupar, começou a soltar gemidos conforme mamava, oque era delicioso de se ouvir por ele, fora o prazer daquela boca quente e úmida sugando com força, sendo de uma menina tão nova.
Valdomiro se deita no sofá, ela fica de quatro com as pernas no tapete e o resto do corpo em cima dele, já de novo sugando o pauzão do coroa, ela sentiu a mão dele em sua bunda, depois de vários minutos e não aguentando mais aqueles lábios deliciosos massageando sua glande, gozou na boca de Natália, jatos de porra batiam em sua garganta, chegou a engasgar, mas não largou o pau, só fez isso quando sentiu a ultima gota escorrendo, ele quase afundou no sofá, com certeza fazia tempo que não ganhava uma chupeta daquelas, ela correu ao banheiro no corredora, lavou a boca, ao retornar, Valdomiro estava lhe aguardando com um sorriso,
– fica tranquila, ninguém saberá de nada, mas dou um conselho, tome mais cuidado, assim como eu vi, outros podem ver e vc não terá a mesma sorte!
Pensou consigo mesma, “sorte, tive que chupar seu pau, filho da puta”, num sorriso falso, ela agradeceu o conselho inútil e foi saindo da casa dele.
– quando vier visitar o cachorro, passe aqui querida!
Tomou cuidado ao sair na rua, chegando na sua casa, foi direto tomar banho, aonde se masturbou gostoso no chuveiro, saiu do banho e na cama acessou sites de putaria como sempre, estava vendo os mesmo de zoo, mas agora um novo tema lhe interessou, o de coroas safados.

Natália conhecendo Jaimão pau de cavalo.
Passado uma semana disso tudo……
Numa tarde em sua casa, ela ouve alguém tocar campainha, vai atender e era o carroceiro, um negro velho, de chapéu de palha, perguntando se teria entulho pra levar, ele fazia esse serviço na região que ela morava, como não tinha nada, dispensou ele, não sem antes ouvir algo que a despertou,
– vc e amiguinha do Valdomiro?
Aquela pergunta não parecia ter muita pureza, Natália responde, – conheço ele, e vizinho da minha tia, porque?
– nada não, conheço ele tbm, disse que vc era uma menina legal!
Oque esse Jaimão sabia, era difícil saber, então ele se despede,
– brigado menina bonita!
E foi embora, deixando Natália com a pulga atrás da orelha, e com certeza não era do guimba, não sabia bem oque poderia esse carroceiro saber, mas enfim, se soubesse algo mesmo, ela não poderia fazer nada agora.
No fim da tarde falou a sua mãe que o carroceiro veio ver se tinha entulho pra levar, e a princípio tudo certo, em seu quarto algum tempo depois, ouve sua mãe falando para seu pai na cozinha,
– Natália disse que o Jaimão esteve ai pra pegar entulho!
Pai, – hahaha, o Jaimão pau de cavalo, fazia tempo que não aparecia!
Mãe, – fala baixo seu tonto, sabe que não gosto desse homem, o povo fala muito mal dele!
Pai, – para com isso, o povo fala demais!

E continuaram o papo, mas oque pegou foi o termo usado pelo pai dela, “Jaimão pau de cavalo”, a mente suja de Natália já borbulhava algo, no outro dia, após seus afazeres, na parte da tarde, resolveu descobrir aonde morava esse tal de Jaimão, precisa saber se ele sabia de algo, e tbm talvez confirmar tal apelido.
Não foi difícil saber, seu Zé do bar já lhe deu a dica, conhecia todo mundo na região, claro que ela usou a desculpa que tinha coisas no quintal para levar.
Com a informação colhida, foi pra casa e pegou sua bicicleta, era afastado, no caminho pensava no que faria ao chegar, mas não tinha noção e nem queria ter, e tbm lembrava doque uma amiga lhe contou na parte da manhã, quando perguntou se ela conhecia o tal Jaimão, disse,
– “então menina, dizem que o velho era foda, já foi até preso, ele tinha fama de tarado, e pior que falam que ele tem um pau gigante, por isso o apelido”
Todos os ingredientes para uma mente devassa, estavam ali, então Natália seguia em sua bicicleta toda feliz, num trecho acabava o asfalto e começa uma pequena estrada de chão, o bairro era mais barra pesada, nem precisa dizer que assobios e chamados de “gostosa”, foi ouvido por todo caminho, ela busca mais ou menos o tipo de local que falaram pra ela que seria, uma casinha velha, tipo chácara, cheio de bagunça na frente, com carroça parada, quase na esquina no meio do mato, ela vê a carroça, chega na frente, mas parece deserta.
Ela desce da bike, e vai entrando pelo quintal que e aberto, chega ao fundo, e pensa “que chiqueiro”, já quase arrependendo de estar ali, da meia volta e leva um susto, do nada aparece o tal Jaimão, já falando,
– fazendo oque aqui, guria?
Natália depois do susto fala, – vc teve em casa ontem!
– tive sim, vc disse que não tinha nada!
– então, meu pai disse que vai ter entulho lá até o fim de semana!
– que tipo?
– sei lá, passa lá sábado e fica sabendo!
– e vc veio lá do centro aqui só pra dizer isso?
Natália apesar de ser uma putinha safada, não tinha ainda total experiência para se safar de perguntas diretas, ficou vermelha na hora, mas respondeu como pode, – sim, não achei seu telefone!
– ta bom, como vc se chama mesmo?
– Natália!
– não está com sede nesse sol?
– sim!
– entra, é casa de pobre mas tem água pra vc!
“Que frase brega”, pensou Natália, mas esperar oque de um velho xucro daquele, era obvio que não era pelo seu intelecto que ela estava ali, entrando na cozinha, ela constatou que realmente era simples mas bem arrumado, nada ver com a bagunça do quintal, ele retira uma garrafa com água e pega um copo para oferecer a ela, enquanto toma água, ela nota que ele retira a camisa, não dava pra saber a idade dele, mas certeza uns 60 anos pra mais, mas até que estava bem enxutão.
Ele se senta e diz a Natália, – senta ai, o sol ta forte, espera um pouco!
Ela senta e pergunta, – vc conhece o Valdomiro da onde?
– faz tempo que conheço ele, e vc conhece ele a quanto tempo?
– não muito!
– nem tem como, vc e novinha, mas sei que ele gosta de amizades de novinhas!
Natália não sabia se isso era algo bom dele saber ou ruim, mas sem querer (já querendo), ela olha para a cintura dele, e nota o zíper da calça aberto, e era nítido que tinha algo imenso por baixo, Jaimão percebe e diz, – algum problema?
Natália fica sem graça, – não, tudo bem!
Ele não perde a chance, – ah sim meu zíper, desculpe, não tenho costume de fechar, vc tem esse costume?
– claro, sou normal!
Ele ri alto, e fala, – sou normal tbm, só deixo zíper aberto, mas faz assim, fecha pra mim, já que incomoda!
Natália, – não to incomodada!
– ta bom, mas fecha assim mesmo!
Por alguns segundos fica um silêncio, ela claro não sendo santinha e não aguentando mais se conter, tamanho tesão que já dominava, se levanta e chega próximo ao Jaimão, se abaixa, e fica com o corpo no meio das pernas dele, com uma mão segura a parte de cima da calça e outra tenta levantar o zíper, nisso ela sente algo grande embaixo das suas mãos, diz,
– não fecha!
– eu sei, então faz assim, abre minha calça de vez!
Natália desabotoa a calça, uma zorba velha cobria seu membro, ela olha para ele, que a vislumbra como uma vítima sua, passa a mão no rosto dela, nisso com as duas mãos ela puxa a zorba, e surge algo enorme na sua cara, era inevitável a admiração dela pelo tamanho, engasgada, tudo que sai é, – nossa!
As duas mãos de Natália apertavam todo mastro, sobrava rola pra cima, e rola pra baixo, as bolas dele ainda nem tinham aparecido, era algo fora do comum, tampava o rosto dela, Jaimão diz, – oque achou?
– muito grande!
– vc colocaria na boca?
Ela engole saliva, mostrando a vontade chupar aquele caralho enorme, sem falar mais nada, faz aquilo que foi fazer, começa a chupetar o pinto de Jaimão, sua baba começou a escorrer pelo mastro duro, ele coloca as mãos na cabeça dela e empurra, fazendo quase sufocar com a grossura, Natália com suas mãos nas pernas dele, empurra o contrário e consegue tirar o pinto da boca, e diz, – quer me matar sufocada!?
– que isso putinha, mama ai e cala essa boca!

E empurra de novo a boca dela, e com isso ela chupa a picona dele, Natália bate punheta, e ainda assim sobra caralho, volta e meia ela soltava a cabeça e lambia de cima abaixo a vara, que pulsava, voltava então até a ponta, passava a língua que parecia uma cobra se enrolando e enfiava na boca de novo, fazendo ele gemer.
Com lábios tão sugadores, após longos minutos de chupeta, Jaimão começa a soltar todo leite na garganta dela, que não aguenta tamanha gozada e deixa escorrer pelos lábios, a porra descia pela mastro acompanhada pela língua de Natália que lambia oque podia, ao final ela suspira e solta a pica já mole, ele todo entregue na cadeira com certeza não teria mais porra por algum tempo.
Ela se levanta, pega um pano que está sobre a mesa, limpa o rosto, diz, – por favor, fica entre nós isso!
Jaimão, – que isso guria, sou firmeza!
Sem dizer mais nada, ela sai da cozinha e pega sua bicicleta no quintal, ele chega até a porta e diz, – vc volta?
– não sei, vou pensar!
E assim monta na bike e vaza dali, deu sorte pois a rua estava vazia, procura nem pensar muito na zona que fez, chega em casa e vaza pro quarto, algum tempo depois sua mãe lhe chama, ela vai até a cozinha, – que foi?
– viu, se aquele carroceiro passar ai, diga pra ele levar aquelas caixas lá do fundo!
– sim digo!
Mãe, – e não da moral, ele e um homem sem vergonha!
Ela ri por dentro, e diz, – claro, nada de moral!
E pensa consigo mesma, “só chupar o pau dele de novo”!